segunda-feira, novembro 15, 2004

SAMSARA

Eu sabia desde o começo que iria dormir mas persisti na luta. Sem querer desmerecer o filme, mas já acabando com ele. Se Véi tem seus problemas com as comédias francesas eu tenho os meus com os filmes orientais.

Minha primeira experiência foi com Phörpa (The Cup), a história de um grupo de monges que queriam ver o fim da Copa do Mundo. Eu resisti uns quinze minutos e depois fui pros braços de Morfeu.

Com Samsara eu ersisti um pouco mais, creio que completei uma hora e contemplei momentos do filme, enquanto não estav dormindo. O ritmo desses filmes é muito lento. Em geral poucas falas, ou falas só do necessario. É impressionante como a fla não tem importância, não são os diálogos que conduzem a história, mas os personagens por si só, suas próprias motivações.

A quem eu recomendaria o filme? Hum... A pessoas interessadas na cultura. O filme se passa no Tibet, e apresenta de uma forma muito natural a vida dessas pessoas que parecem morar no séc. XVI. Isso me surpreendeu muito! Acho que alguém que tena se impressionado com o pequeno Buda, como uma introdução ao budismo, vai gostar do filme por também apresentar elementos da cultura local, não religiosa. Isso foi o que mais me manteve ligada ao filme! E os lábios carnudos da Christy Chung, a Pema, par romântico do protagonista. fiquei impressionada, páreo duro ela e Angelina Jolie.

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