Pois então, parece abandonado mas não está. Este fim de semana eu tive uma boa surpresa. Adoro quando isso acontece. Assisti a um Western, coisa que não é do meu feitio, e me surpreendi.
Mike S. Blueberry é o xerife de uma cidadezinha que acaba por reencontrar o assassino de seu primeiro amor. Parece ser só um filme de vingança mas ele acaba enveredando pra um outro campo, digamos, espiritualista, isso me cativou no enredo.
Conta pontos para o filme sua fotografia, com tomadas muito bonitas da região. Eu curti muito. Além dos atores interessantes. Juliette Lewis, a mocinha, não faz um papel de insana como estamos acostumados. Ela está interpretando uma pessoa normal e me surpreendeu por ter feito muito bem. Michael Madsen, um nome desconhecido, mas um rosto familiar, como vilão me convence. E o Vincent Cassel, como personagem título, está muito bom.
O que eu achei o máximo, sem entender o porquê, é o fato de ser um ator francês fazendo um cowboy. Talvez pela fama da França ser fechada a outras culturas, em particular a americana. Eu o conhecia do filme Le Pacte des Loups, um trhiller francês que me agradou muito.
S.P.C. (Só pra Constar): Eu tenho a impressão de que este filme poderia sucitar uma certa divergência por parte de nossos leitores virtuais. (he he he he) Porque é um filme muito estranho e pode, facilmente, não agradar à maioria. Mas enfim, a brincadeira é falar do que a gente vê, se alguém confiar no meu gosto, assuma os riscos. he he he.
quarta-feira, dezembro 22, 2004
sexta-feira, dezembro 03, 2004
S.O.S. PLAGIO!!
Acho que se deveria criar um 0800 ou coisa do gênero. Uma coisa é refilmagem, mas isso que eu vou contar pra vocês é quase falta de vergonha na cara. Alguém já viu o trailler do novo filme da Xuxa?? Não? Então tenha medo, tenha muito medo. Depois de insistir nos Duendes, de virar fada, modelo, cantora, ela agora quer ser uma cientista que corre atrás de tesouros, ou coisa parecida. E se não for, não tem problema, porque as cenas de ação foram todas tiradas dos filmes do Indiana Jones.
Eu imagino que Spielberg não esteja sabendo disso, porque senão, não deixaria fazer uma coisa dessas. Gente até o inicio da música lembra!! como pode? Xuxa e o tesouro da Cidade Perdida!!
Enfim, estou indignada com um negocio desses. Como Xuxa faz uma mistura de Os caçadores da Arca Perdida, Indiana Jones no Templo da Perdição e Os Trapalhões na Terra dos Monstros. Ai, meu santinho, ninguém merece.
Eu imagino que Spielberg não esteja sabendo disso, porque senão, não deixaria fazer uma coisa dessas. Gente até o inicio da música lembra!! como pode? Xuxa e o tesouro da Cidade Perdida!!
Enfim, estou indignada com um negocio desses. Como Xuxa faz uma mistura de Os caçadores da Arca Perdida, Indiana Jones no Templo da Perdição e Os Trapalhões na Terra dos Monstros. Ai, meu santinho, ninguém merece.
Expresso Polar
Amei a sua citação aos nossos leitores virtuais. Realmente se não fossem eles nós nao seriamos nada.
mas voltando ao assunto, Véi, a coisa aqui ta fraca. Essa semana que consegui ver um filminho. Aliás, um filmaço. Não sei informação técnica nenhuma do filme. Fui na mais pura ignorância. (pra não dizer que não sabia nada, sabia que tinha o Tom Hanks, ou o 'ele' digitalizado)
AMEI o FILME!! Há um bom tempo que eu não chorava!!! Falando seríssimo!! o filme me cativou muito. Mas tirando o meu lado sensível de lado o filme vale a pena.
Ele é bonito visualmente, tem umas cenas de ação realmente de arrepiar. Só tem uma ou duas canções (pra quem não gosta de musiquinha tá ótimo). E uma história bonitinha. Realmente resgata o espírito Natalino (americanizado, mas vá lá. É legal!) Me lembrou os fantasmas se divertem (Scrooged, palmas par aa tradução), com o Bill Murray.
Eu recomendo.
Inté
mas voltando ao assunto, Véi, a coisa aqui ta fraca. Essa semana que consegui ver um filminho. Aliás, um filmaço. Não sei informação técnica nenhuma do filme. Fui na mais pura ignorância. (pra não dizer que não sabia nada, sabia que tinha o Tom Hanks, ou o 'ele' digitalizado)
AMEI o FILME!! Há um bom tempo que eu não chorava!!! Falando seríssimo!! o filme me cativou muito. Mas tirando o meu lado sensível de lado o filme vale a pena.
Ele é bonito visualmente, tem umas cenas de ação realmente de arrepiar. Só tem uma ou duas canções (pra quem não gosta de musiquinha tá ótimo). E uma história bonitinha. Realmente resgata o espírito Natalino (americanizado, mas vá lá. É legal!) Me lembrou os fantasmas se divertem (Scrooged, palmas par aa tradução), com o Bill Murray.
Eu recomendo.
Inté
quinta-feira, novembro 18, 2004
Nota de rodapé!!!
Acabei de ver o trailler de Batman Begins, e digo uma coisa, me impressionei. Não entendi porque Véi não se manifestou. (talvez não esteja gostando da brincadeira. mas não se aflija, o pior já foi feito pelo homem morcego). Infelizmente não tenho todas as manhas do meu companheiro para colocar links e tudo mais, por isso só vou apenas colocar minhas impressões.
Sendo bem direta, eu gostei do que vi. O Christian Baile, fazendo uma voz rouquinha/sexy, conseguiu dar um tom dark que tem nos quadrinhos. Isso sem falar do 'discruso' dele está me lembrou a HQ Cavaleiros das trevas. Mas como dizem, cinema é uma caixinha de surpresas, só se resolve mesmo o embate lá na frente da tela. Vamos esperar o retorno do Batman.
Sendo bem direta, eu gostei do que vi. O Christian Baile, fazendo uma voz rouquinha/sexy, conseguiu dar um tom dark que tem nos quadrinhos. Isso sem falar do 'discruso' dele está me lembrou a HQ Cavaleiros das trevas. Mas como dizem, cinema é uma caixinha de surpresas, só se resolve mesmo o embate lá na frente da tela. Vamos esperar o retorno do Batman.
Aladim
Essa é pra quem curte desenho animado. Esse feriadão, atendendo a pedidos, vi pela enésima vez Aladin!! Mas a melhor parte é que foi o DVD com milhões de extras e tudo mais!! Fantástico!! Eu amo Making Of de filmes, cenas cortadas, idéias que não foram aproveitadas. Saber como foi o processo de criação e até entender algumas piadas novas. A edição especial do Aladim me proporcionou tudo isso. Estou numa saga, ver todos os dvds desses filmes mais antigos. Já ouvi dizer que o de Rei Leão é de cair o queixo. E fiquei muito curiosa com A Fantástica fábrica de Chocolate!! Não se preocupe, Véi, que eu te digo se val eá pena ou não.
Mesmo sem precisar eu vou falar de Aladin. É um dos melhores filmes da Disney, e representa um grande período do estúdio. Uma época muito importante, a da nossa infância, quando se produziram muitos dos atuais clássicos (A Pequena Sereia, A Bela e a Fera, Aladin, Rei Leão) e desenho voltou a ganhar Oscar. Olha como nós fomos privilegiados. Só pra se ter uma idéia o diretor musical Alan Menken, que trabalhou em A Bela e a Fera e Aladin, que eu saiba, tem no curriculum 8 oscars. (Nossa, é quase pra chorar!). So a musica A Whole New world/Um mundo Ideal, ganhou 5 dos 6 premios para os quais foi indicada, incluindo um oscar. Friend Like me/Amigo assim, a música do gênio, recebeu duas indicações. Robin Williams recebeu um Globo de Ouro por sua performance vocal (premiaçao especial, ainda por cima), e o premio de melhor comediante no MTV Movie Awards. além de outros prêmios menos conhecidos. É aquele tipo de filme clássico, quem não viu deve ver, quem já viu, deve rever.
Quanto a mim, o DVD especial já está na lista de Papai Noel. Pena que eu não estou achando um pacote com a "trilogia"(onde já se viu, desenho ter trilogia?); Aladim, O retorno de Jaffar e Aladim e os quarenta Ladrões.
Uff... cansei
Mesmo sem precisar eu vou falar de Aladin. É um dos melhores filmes da Disney, e representa um grande período do estúdio. Uma época muito importante, a da nossa infância, quando se produziram muitos dos atuais clássicos (A Pequena Sereia, A Bela e a Fera, Aladin, Rei Leão) e desenho voltou a ganhar Oscar. Olha como nós fomos privilegiados. Só pra se ter uma idéia o diretor musical Alan Menken, que trabalhou em A Bela e a Fera e Aladin, que eu saiba, tem no curriculum 8 oscars. (Nossa, é quase pra chorar!). So a musica A Whole New world/Um mundo Ideal, ganhou 5 dos 6 premios para os quais foi indicada, incluindo um oscar. Friend Like me/Amigo assim, a música do gênio, recebeu duas indicações. Robin Williams recebeu um Globo de Ouro por sua performance vocal (premiaçao especial, ainda por cima), e o premio de melhor comediante no MTV Movie Awards. além de outros prêmios menos conhecidos. É aquele tipo de filme clássico, quem não viu deve ver, quem já viu, deve rever.
Quanto a mim, o DVD especial já está na lista de Papai Noel. Pena que eu não estou achando um pacote com a "trilogia"(onde já se viu, desenho ter trilogia?); Aladim, O retorno de Jaffar e Aladim e os quarenta Ladrões.
Uff... cansei
segunda-feira, novembro 15, 2004
SAMSARA
Eu sabia desde o começo que iria dormir mas persisti na luta. Sem querer desmerecer o filme, mas já acabando com ele. Se Véi tem seus problemas com as comédias francesas eu tenho os meus com os filmes orientais.
Minha primeira experiência foi com Phörpa (The Cup), a história de um grupo de monges que queriam ver o fim da Copa do Mundo. Eu resisti uns quinze minutos e depois fui pros braços de Morfeu.
Com Samsara eu ersisti um pouco mais, creio que completei uma hora e contemplei momentos do filme, enquanto não estav dormindo. O ritmo desses filmes é muito lento. Em geral poucas falas, ou falas só do necessario. É impressionante como a fla não tem importância, não são os diálogos que conduzem a história, mas os personagens por si só, suas próprias motivações.
A quem eu recomendaria o filme? Hum... A pessoas interessadas na cultura. O filme se passa no Tibet, e apresenta de uma forma muito natural a vida dessas pessoas que parecem morar no séc. XVI. Isso me surpreendeu muito! Acho que alguém que tena se impressionado com o pequeno Buda, como uma introdução ao budismo, vai gostar do filme por também apresentar elementos da cultura local, não religiosa. Isso foi o que mais me manteve ligada ao filme! E os lábios carnudos da Christy Chung, a Pema, par romântico do protagonista. fiquei impressionada, páreo duro ela e Angelina Jolie.
Minha primeira experiência foi com Phörpa (The Cup), a história de um grupo de monges que queriam ver o fim da Copa do Mundo. Eu resisti uns quinze minutos e depois fui pros braços de Morfeu.
Com Samsara eu ersisti um pouco mais, creio que completei uma hora e contemplei momentos do filme, enquanto não estav dormindo. O ritmo desses filmes é muito lento. Em geral poucas falas, ou falas só do necessario. É impressionante como a fla não tem importância, não são os diálogos que conduzem a história, mas os personagens por si só, suas próprias motivações.
A quem eu recomendaria o filme? Hum... A pessoas interessadas na cultura. O filme se passa no Tibet, e apresenta de uma forma muito natural a vida dessas pessoas que parecem morar no séc. XVI. Isso me surpreendeu muito! Acho que alguém que tena se impressionado com o pequeno Buda, como uma introdução ao budismo, vai gostar do filme por também apresentar elementos da cultura local, não religiosa. Isso foi o que mais me manteve ligada ao filme! E os lábios carnudos da Christy Chung, a Pema, par romântico do protagonista. fiquei impressionada, páreo duro ela e Angelina Jolie.
Sexo Por Compaixão
Opa, e cá estou eu de volta com algo novo e muito satisfeita! Sexo por compaixão é um filme espanhol na linha fantástica do Gabriel García Marquez. Conta a história de Dolores que após ser abandonada pelo marido passa a cuidar dos desesperados que cruzam seu caminho. Continua sua sina de mulher caridosa, através do sexo por compaixão ao próximo. Soa muito estranho mas o filme é de uma beleza sensacional. É simples, muito bem trabalhado visualmente (fotografias e interpretações muito boas. Prestem atenção no primeiro desgraçado socorrido por Dolores) e, diferente do que possa parecer, não é obceno nem vulgar.
Gostei muito do filme, principalmente pelo seu tom fantástico e surreal, presente também no Amelie Poulain e nas obras do escritor colombiano, com certas diferenças. O filmes francês tem um quê de sofisticado, talvez pela cultura, talvez pela cidade, que o distancia do filme espanhol, com toda sua "crueza", calor humano e paixão. Aliás, sentimentos presentes em qualquer 'pelicula' hispânica. Basta passar um olho por Almodovar (Fale com Ela, Mala Educación), Alejandro Gonzalez Iñárritu (Amores brutos, 21 Gramas), Antonio Serrano (Sexo, pudor e lágrimas) pra entender o que estou falando. É bom sair da fórmula hollywoodiana pra variar.
Até breve.
Gostei muito do filme, principalmente pelo seu tom fantástico e surreal, presente também no Amelie Poulain e nas obras do escritor colombiano, com certas diferenças. O filmes francês tem um quê de sofisticado, talvez pela cultura, talvez pela cidade, que o distancia do filme espanhol, com toda sua "crueza", calor humano e paixão. Aliás, sentimentos presentes em qualquer 'pelicula' hispânica. Basta passar um olho por Almodovar (Fale com Ela, Mala Educación), Alejandro Gonzalez Iñárritu (Amores brutos, 21 Gramas), Antonio Serrano (Sexo, pudor e lágrimas) pra entender o que estou falando. É bom sair da fórmula hollywoodiana pra variar.
Até breve.
terça-feira, novembro 09, 2004
Pequena Nota de rodapé
Copioando descaradamente o Véi vou so acrescentar uma observaçãozinha. Pois bem, aproveitando que ele adorou Chamas da Vingança, só pra constar, e aumentar a satisfação com o filme, a fotogradia é assinad apelo mesmo profissional de Cidade de Deus, o César Charlone. Muito Bom!!!
O Fabuloso destino de Amelie Poulain
Antes de falar do filme eu gostaria de parabenizar véi por manter a casa em ordem e pelo trabalho decente que ele vem fazendo. (carai, ate link pra trailler rolou por aqui!!!)
Mas voltando ao filme, só tenho algo a dizer MA-RA-VI-LHO-SO!!!!! Amei de verdade!! É um filme sensível, com alguns efeitos especiais e um quê surreal. Eu estou numa faze surreal, Gabriel Garcia Marquez, Tim Burton. Bem, fazia tempo que um filme não me encantava pelo simples fato de contar uma historia. Ultimamente são bons efeitos que contam, um roteiro surpreendente, com um final inesperado, atuações fenomenais e historias extraordinárias. Acho que a beleza de Amelie é a simplicidade. Adoro histórias que tem como tema os ordinarios aconteceimentos do cotidiano. Acho que nos fazem valorizar mais as nossas vidas.
Mas voltando ao filme, só tenho algo a dizer MA-RA-VI-LHO-SO!!!!! Amei de verdade!! É um filme sensível, com alguns efeitos especiais e um quê surreal. Eu estou numa faze surreal, Gabriel Garcia Marquez, Tim Burton. Bem, fazia tempo que um filme não me encantava pelo simples fato de contar uma historia. Ultimamente são bons efeitos que contam, um roteiro surpreendente, com um final inesperado, atuações fenomenais e historias extraordinárias. Acho que a beleza de Amelie é a simplicidade. Adoro histórias que tem como tema os ordinarios aconteceimentos do cotidiano. Acho que nos fazem valorizar mais as nossas vidas.
quarta-feira, novembro 03, 2004
The nightmare before Christmas = O estranho mundo de Jack
Eu tinha comentado todos os posts do véi, mas o blogspot os comeu. Hunf!! Depois de meu computador ter sido mandado pra uma recauxutada eu volto a compartilhar minha humilde opinião sobre os filmes que assisto.
Semana passada foi um aenchurrada de filme mas eu vou por um por um. O primeiro foi The nightmare before Christmas, esplendidamente traduzido com O estranho mundo de Jack, de 1993, é uma animação em stop-motion (aquela q vc vai colocando o boneco nas posições e 'tirando fotos') que merece atenção. A história é basicamente que no mundo das "festas" o rei do Halloween quer ser o rei do Natal. Louco?? Nem um pouco se você levar em consideração que o projeto é de Tim Burton. Beeeem surreal, por isso eu sou louca por ele.
O filme é muito bem feito, de um cuidado fantástico. E pra minha surpresa é um belo muscial ao estilo Disney. Aliás, a produção é Disney, mas não entendo por que não ser mais famoso. As músicas são daquelas que ficam na cabeça e você canta sem se dar conta!! Naquela velha balela, agrada a adultos e crianças! hehehehehe... Eu diria que é uma mistura de... hum.... Edward mãos de tesouras, e aquela atmosfera sombria, com um clássico Disney, repleto de personagens fofinhos (se é que se pode falar isso de um esqueleto, vampiros e lobisomens) e belas canções.
Então, depois falo dos outros. Deixa vocês digerirem todos os meus clichês.
Beijos
Semana passada foi um aenchurrada de filme mas eu vou por um por um. O primeiro foi The nightmare before Christmas, esplendidamente traduzido com O estranho mundo de Jack, de 1993, é uma animação em stop-motion (aquela q vc vai colocando o boneco nas posições e 'tirando fotos') que merece atenção. A história é basicamente que no mundo das "festas" o rei do Halloween quer ser o rei do Natal. Louco?? Nem um pouco se você levar em consideração que o projeto é de Tim Burton. Beeeem surreal, por isso eu sou louca por ele.
O filme é muito bem feito, de um cuidado fantástico. E pra minha surpresa é um belo muscial ao estilo Disney. Aliás, a produção é Disney, mas não entendo por que não ser mais famoso. As músicas são daquelas que ficam na cabeça e você canta sem se dar conta!! Naquela velha balela, agrada a adultos e crianças! hehehehehe... Eu diria que é uma mistura de... hum.... Edward mãos de tesouras, e aquela atmosfera sombria, com um clássico Disney, repleto de personagens fofinhos (se é que se pode falar isso de um esqueleto, vampiros e lobisomens) e belas canções.
Então, depois falo dos outros. Deixa vocês digerirem todos os meus clichês.
Beijos
sexta-feira, outubro 22, 2004
Estréia
Então, se é pra falar de cinema é bom começar. Sem muita ordem, nem muita justificativa, depois de muita enrolação eu vou estreiar por aqui. Comentando sobre a trilogia do Poderoso Chefão. *pelo menos começo com um filmaço*
O que falar? Que eu adorei?! É fantástico!! Hoje terminei de ver o terceiro e fiquei muito triste em saber que os projetos de se fazer um quarto não acontecerão pois Mario Puzo, roteirista, já faleceu. Me perguntaram qual dos três eu gostei mais. Eu acho que foi do terceiro. Talvez pela presença do Andy Garcia *ele é tudo*, talvez pela historia de amor mais selvagem, ou quem sabe porque Michael está mais humano. Mas independente disso cada um dos filmes tem o seu charme.
O primeiro, tem Marlon Brandon contando uma partezinha dos "bons tempos" *do comentario de Coppola, Quando nós matavamos todo mundo e ninguem nos matava*. O segundo pra mim é o mais chatinho. A idéia das duas historias intercaladas é muito boa, parece um eco do passado no presente. *E o Deniro falando italiano é tudo* Mas a historia contemporânea é muito confusa para minha mente simples. Enfim, o terceiro com o (quase) fim da familia.
Eu confesso que me decepcionei um pouco com os filmes. Gostei de muitas outras coisas, mas eu criei certas expectativas que não tinham nada a ver com eles. Eu esperava ver o Marlon Brandon muito mais. Eu achava que o eixo central da trilogia fosse os tempos áureos de antes da guerra, infelizmente é o momento em que a sociedade *nao vou falar acorda pq será hipocrisia* 'aponta' para os mafiosos. Sabe aquela história de que ao apontar pra alguém lembre-se que tem três dedos apontado pra você? Acho que se encaixa bem. Os mafiosos surgiram na Sicilia antes da unificação da Italia *1861*, era uma especie de polícia dos grandes senhores de terra. Podemos fazer um ótimo paralelo com o nosso Coronelismo, só que este não se proliferou tanto *até parece*. Eles eram os capangas, mas depois que tudo virou uma coisa só tinham mais poder que os senhores e como não tinham título mantiveram seu poder em paralelo. Daí tem toda aquela historia; as pessoas comuns recorrem aos mafiosos antes de ir as autoridades resolver os problemas. Mas as coisas mudam, o mundo dá voltas e um dia ele voltam a ser só capangas foras da lei. Muito engraçado isso.
Enfim, não vou mais continuar nesse caminho se nao o post vai ficar mais gigante do que já está. E esse foi meu debut no blog. *será que agradei?*
P.S.: Eu amo Coppola!!
O que falar? Que eu adorei?! É fantástico!! Hoje terminei de ver o terceiro e fiquei muito triste em saber que os projetos de se fazer um quarto não acontecerão pois Mario Puzo, roteirista, já faleceu. Me perguntaram qual dos três eu gostei mais. Eu acho que foi do terceiro. Talvez pela presença do Andy Garcia *ele é tudo*, talvez pela historia de amor mais selvagem, ou quem sabe porque Michael está mais humano. Mas independente disso cada um dos filmes tem o seu charme.
O primeiro, tem Marlon Brandon contando uma partezinha dos "bons tempos" *do comentario de Coppola, Quando nós matavamos todo mundo e ninguem nos matava*. O segundo pra mim é o mais chatinho. A idéia das duas historias intercaladas é muito boa, parece um eco do passado no presente. *E o Deniro falando italiano é tudo* Mas a historia contemporânea é muito confusa para minha mente simples. Enfim, o terceiro com o (quase) fim da familia.
Eu confesso que me decepcionei um pouco com os filmes. Gostei de muitas outras coisas, mas eu criei certas expectativas que não tinham nada a ver com eles. Eu esperava ver o Marlon Brandon muito mais. Eu achava que o eixo central da trilogia fosse os tempos áureos de antes da guerra, infelizmente é o momento em que a sociedade *nao vou falar acorda pq será hipocrisia* 'aponta' para os mafiosos. Sabe aquela história de que ao apontar pra alguém lembre-se que tem três dedos apontado pra você? Acho que se encaixa bem. Os mafiosos surgiram na Sicilia antes da unificação da Italia *1861*, era uma especie de polícia dos grandes senhores de terra. Podemos fazer um ótimo paralelo com o nosso Coronelismo, só que este não se proliferou tanto *até parece*. Eles eram os capangas, mas depois que tudo virou uma coisa só tinham mais poder que os senhores e como não tinham título mantiveram seu poder em paralelo. Daí tem toda aquela historia; as pessoas comuns recorrem aos mafiosos antes de ir as autoridades resolver os problemas. Mas as coisas mudam, o mundo dá voltas e um dia ele voltam a ser só capangas foras da lei. Muito engraçado isso.
Enfim, não vou mais continuar nesse caminho se nao o post vai ficar mais gigante do que já está. E esse foi meu debut no blog. *será que agradei?*
P.S.: Eu amo Coppola!!
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